Um Vinho, Muitas Denominações

O espumante é um vinho diferente dos demais.

Para ter suas características especiais – as famosas bolinhas capazes de fazer cócegas no nariz – o vinho base sofre uma segunda fermentação, na própria garrafa ou em um recipiente, provocando a formação de uma grande quantidade de gás carbônico e de espuma, o que eleva a pressão interna da garrafa. Por causa dessa pressão, a rolha estoura e faz o conhecido barulhinho. Por um tratado internacional – que o Brasil não subscreveu -, só tem direito de se chamar champanhe aquele tipo de vinho produzido nos limites da região francesa de Champagne. Todos os demais são genericamente chamados de “ espumantes”. Vinhos espanhóis podem vir com denominação cava; na Alemanha, chamam-se sekt; na Itália, spumante; e na França, crémant. A legislação brasileira, porém, autoriza a denominação champanha.

Os espumantes são classificados de acordo com o teor de açúcares que contêm, do mais seco (o extra-brut), que pode até ser isento de açúcar, ao doce (doux), que contém mais de 50 gramas por litro. Os brut contêm 6 a 15 gramas de açúcares por litro e os demi-sec, 33 a 50 gramas.

O vinho espumante pode ser produzido com apenas um tipo de uva ou uma combinação delas. Nos vinhos comercializados no Brasil é bastante comum a combinação de uvas Chardonnay com Riesling ou de Chardonnay com Pino Noir;  e também é comum a presença de apenas um tipo de uva, a Proseco.

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